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METODOLOGIAS DE CÁLCULO DE EMISSÃO DE CARBONO

 

O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) elaborou metodologias para a avaliação das emissões dos gases de efeito estufa para serem aplicadas em inventários nacionais. Assim, foi lançado em 1996 (e atualizado em 2006) um guia de diretrizes (guideline) para a elaboração de inventários e, em 2003, o Guia de Boa Prática para Uso da Terra, Mudanças do Uso da Terra e Florestas. Entretanto, é importante ressaltar que esses guias têm como foco apenas a elaboração de inventários nacionais (relativos à emissão dos países).

 

Naquele momento, alguns governos criaram metas de redução de emissões também para as empresas, como forma de contribuírem para o resultado final nacional. Tornou-se necessária, portanto, a elaboração de inventários corporativos, já que as metodologias adotadas pelo IPCC não eram adequadas, por considerarem apenas escalas nacionais.

 

Surge então o GHG PROTOCOL, em 1977, como forma de viabilizar os inventários corporativos e criar metodologias próprias para permitir comparações e verificações de eficiência. Atualmente, o GHG PROTOCOL representa a ferramenta contábil internacional mais utilizada e aceita pelas empresas para administrar as emissões de gases de efeito estufa. Em 2008 essa metodologia foi adaptada ao contexto brasileiro.

 

A RESPIRA MAIS adotou para o desenvolvimento de sua calculadora e também para quantificar as emissões geradas por eventos os critérios GHG acima mencionados, garantindo, portanto, aos nossos clientes a adoção das melhores e mais confiáveis práticas de mercado.

 

 

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